Rizomas de Taioba Gigante (mudas) Xanthosoma sagittifolium

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Taioba Gigante
Cientifico: Xanthosoma sagittifolium
Origem: Cultivada em praticamente todas as regiões do Brasil

Obs: Mudas para envio (são enviadas com a RAIZ NUA)

A Taioba (Xanthosoma sagittifolium) é uma monocotiledônea herbácea, tropical, perene, rizomatosa, que pode atingir até dois metros de altura. Possui como características grandes folhas cordiformes encontradas em tons de verde e roxo escuro, com enormes limbos cerosos e carnosos, e com nervuras marcantes.
Trata-se de uma planta frequentemente confundida com diversas espécies chamadas de taro, nome pelo qual também pode ser conhecida. Quando cultivadas como plantas ornamentais, a taioba recebe o nome de orelha-de-elefante.
A planta é cultivada em praticamente todas as regiões do Brasil e por ser uma espécie tropical, necessita de temperaturas quentes, em torno de 25 a 28 graus Celsius. A Taioba não tolera geada e em condições climáticas onde as temperaturas sejam inferiores a 15 graus Celsius, o crescimento da planta é muito comprometido. Para que se desenvolva bem, necessita de solos bem drenados, enriquecidos com matéria orgânica e cujo pH esteja entre 6 e 7. As taiobas podem ser colhidas de 80 a 100 dias após o plantio.
Pertencente a família Araceae da qual estão inclusas cerca de três mil espécies, entre elas o inhame e diversas plantas ornamentais como o comigo-ninguém-pode e o copo-de-leite, a Taioba é destaque por ser uma espécie comestível que apresenta alto teor de minerais e vitaminas.
Da taioba, utiliza-se para o consumo tanto as suas folhas, como também os seus rizomas. As folhas que possuem um sabor suave são excelentes fontes de vitamina A e diversas pesquisas já comprovaram inclusive, que a quantidade desta vitamina encontrada nas folhas de Taioba é superior as encontradas nas cenouras, que são fontes de vitamina A, bastante populares. Além disto, as folhas contêm vitamina C e minerais como o ferro, potássio e manganês. Já o rizoma, é ricamente constituído por carboidratos, porém não é muito consumido quanto às folhas, pelos brasileiros. Na África e na Ásia o consumo dos rizomas é comum.
No Brasil, principalmente nos estados de Mina Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Espírito Santo, aprecia-se muito o consumo de folhas de taioba. Elas que podem ser preparadas de variadas maneiras, desde cruas em saladas, como também refogadas e como ingredientes de receitas exóticas, estão se tornando cada vez mais conhecidas e presentes na alimentação dos brasileiros, tanto por serem nutritivas, como também pelos seus poderes medicinais. Tem propriedade depurativa, emoliente e cicatrizante. Promove cicatrização de úlceras e sua raiz serve para atenuar casos de lepra. Todas as partes da planta contém ráfides de oxalato de cálcio.
Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo leve e fértil, enriquecido com matéria orgânica, mantido úmido. Por estes motivos é uma excelente planta palustre no paisagismo de lagos e riachos. Planta essencialmente tropical, o taro não tolera o frio, mas pode ser utilizada protegida, na decoração de ambientes internos bem iluminados e em estufas. Multiplica-se por divisão das touceiras ou rizomas.

Como plantar Taioba

1. A Taioba precisa de temperaturas acima de 20°C, para o seu desenvolvimento. Baixas temperaturas não são suportadas pela Taiobeira.
2. Ao escolher o local de plantio, opte por aquele no qual bata luz solar direta ou que pelo menos contenha sombra parcial.
3. Certifique-se que o solo seja bem drenado, possua boa fertilidade, com matéria orgânica suficiente para suprir as necessidades da planta e com pH entre 5,8 e 6,3
4. A planta suporta encharcamentos, no entanto o mesmo não acontece com solos compactados.
5. Nunca deixa de irrigar o solo. Somente as plantas adultas suportam a falta de água por um período de tempo.
6. O plantio é realizado por meio de pedaços de cormo ou com rebentos laterais. Os rebentos surgem próximos ao cormo principal e deverão ser tirados para esta etapa. As covas deverão possuir de 6 a 10 cm de profundidade, espaçadas de 1 m a 1,3 m entre as plantas ou de 1 m entre as linhas e 40 a 50 cm entre as plantas.
7. Faça a limpeza do local sempre que necessário, retirando-se de lá as plantas invasoras.
8. Colha a taioba com cerca de 60 a 75 dias, depois do plantio. A colheita dos cormos para replantio devrá ser feita de 7 a 12 meses depois do plantio. Durante este processo, eles deverão receber total atenção e cuidado para que se evite ferimentos e posterior deterioração

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